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segunda-feira, 5 de junho de 2017

General Motors na Argentina

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Historia da General Motors na Argentina
Em 1922, os importadores Hampton e Watson chegam a um acordo com a General Motors Co. para armar na Argentina alguns modelos da marca Chevrolet.
O plano tinha como finalidade reduzir os custos tarifários mediante a montagem com componentes importados e nacionais. No ano seguinte alugam um galpão na rua Garay 1, perto da Dársena Sur, e em 1924 saem as primeiras unidades do modelo Doble Phaeton. Em 1925, a General Motors se instala na Argentina e começa a produzir o Doble Phaeton Standard e o Doble Phaeton denominado “Especial Argentino”. A um preço de 1.975 e 2.300 pesos respectivamente, os dois modelos são recebidos com uma grande demanda.
Variedade em marcas e modelos
A produção se completava com um modelo sedan, um roadster e um chassi de caminhão adaptável também a transporte de passageiros. As vendas cresceram e logo as marcas Oldsmobile, Oakland e Pontiac foram incorporadas à linha de montagem. As vendas anuais somaram quase 8.000 carros e 500 caminhões e em 1926 era entregada a unidade 10.000. Desse modo, a capacidade instalada da fábrica foi insuficiente para abastecer a crescente demanda e foi necessária a construção de uma nova fábrica. O novo complexo de 48.000 metros quadrados de superfície coberta foi inaugurado em 1929 sobre a rua Limay no bairro de Barracas e aí começaram a ser produzidas também as marcas Buick, Marquette, La Salle, Cadillac, Vauxhaul e Opel totalizando ao finalizar o ano 27.000 unidades. Em 24 de setembro de 1928 circula por Buenos Aires o primeiro ônibus, logo popularizado como “colectivo”, sobre a base de um Chevrolet Doble Phaeton dando nascimento ao transporte público de passageiros da Cidade de Buenos Aires.
GM lidera o mercado
Em 1931, assume a presidência da empresa o Sr. Alberto M. de Tonnay. A oferta é completada com a importação direta de todas as marcas produzidas pela GM em sua casa matriz. Embora a produção local se veja afetada pela crise nos Estados Unidos, a porcentagem de componentes nacionais aumenta. Em 1934, começam a ser recuperadas as cifras de produção chegando a 120 unidades diárias. A marca Chevrolet ganha força no transporte público de passageiros e seus chassis carroçados por empresas locais tornam-se habituais nas principais cidades do país. No final da década, a participação da General Motors no mercado chega a 40%. Este acontecimento alentou as autoridades da empresa para autorizar um importante investimento e erguer uma nova fábrica: esta vez o lugar escolhido foi um terreno no distrito de Gral. San Martín pertencente ao Ferrocarril Central Argentino nas proximidades das avenidas Gral. Paz e San Martín. A fábrica foi inaugurada em 1940 e além de automóveis produzia geladeiras Frigidaire, baterias e elásticos para automóveis de diversas marcas. Ao mesmo tempo, a fábrica de Barracas continuava com a produção de automóveis e caminhões.
Fabrica de General Motors Argentina
Unidades Chevrolet sobre a planta da General Motors em Buenos Aires
Os anos da guerra
A eclosão da Segunda Guerra Mundial complicou as operações. Em 1941 é produzido o Chevrolet 250.000, mas a escassez de insumos torna impossível a produção de carros. O último Chevrolet sai da fábrica de Barracas em agosto de 1942. Para evitar a paralisação total, a empresa produziu geladeiras elétricas e portáteis e acessórios para automotores. Também foram fabricados em San Martín armários metálicos, molduras de portas e janelas e jogos infantis para jardins. Com as madeiras das caixas que traziam os componentes importados dos carros eram fabricadas carteiras escolares. Uma vez terminada a guerra, a GM se dedicou a adaptar tanques Sherman para o exército e a carroçar ônibus para a Corporação de Transporte da Cidade de Buenos Aires. É realizado um importante investimento em edifícios e equipamento em ambas fábricas para voltar a produzir. Os primeiros carros armados são o Oldsmobile Club Sedan e Pontiac. Começa ser montada também a linha de caminhões ingleses Bedford de 5 toneladas e mais tarde são incorporados os Chevrolet. A princípios da década de 50, a GM empregava quase 3.000 pessoas entre operários, funcionários administrativos e técnicos.
Primeiros Chevrolet argentinos
Em 1959, decide ampliar a fábrica de San Martín e adaptá-la para a produção integral de automóveis, pick ups e caminhões. Em 25 de janeiro de 1960 sai de San Martín a primeira Pick Up Chevrolet argentina. No ano seguinte o governo nacional aprova o plano de investimentos por 45 milhões de dólares que incluía a construção de uma fábrica de estampa de 12.000 metros quadrados. Em 12 de março de 1962 é produzido o Chevrolet 400. O plano original contemplava uma participação nacional de 50% no primeiro ano de fabricação, cifra que devia chegar a 90% em 1964 com uma produção de 15.000 unidades. As cifras de produção aumentam ano após ano e também amplia-se a linha de modelos. Além do Chevrolet 400 e da pick up, são fabricados os chassis para caminhão e ônibus Bedford. Em 1963 é introduzida a primeira caixa de direção e o motor Chevrolet de seis cilindros em linha e sete bancadas. Em 1969 é lançada a linha Chevy, derivada do Chevy Nova norte-americano.
Uma etapa difícil
Em 1971, a linha Chevy é completada com o lançamento da cupê. Nesse mesmo ano, a GM exporta 11.719 veículos. Em 1974, a GM adentra no segmento de médio porte com o lançamento do Opel K 180.
Apesar dos investimentos realizados, em meados da década de 70 a participação da General Motors no mercado começa a declinar constantemente reduzindo a cifra de 9% em 1976 a 2% em 1978. Nesse ano a empresa ocupou o nono lugar do ranking entre onze fabricantes com uma produção total de apenas 5.876 unidades. As perdas foram superiores a 30 milhões de dólares e a casa matriz decidiu então finalizar as atividades produtivas na Argentina.
Entre 1959 e 1978, a General Motors produziu 195.000 automóveis (Chevrolet 400, Chevy e Opel K 180) e 207.000 veículos industriais (Pick Up, chassis para caminhões e ônibus Bedford e Chevrolet) .
Apesar de sua retirada, a marca Chevrolet reaparece em 1985 mediante um acordo celebrado entre a Sevel e a General Motors para a produção sob licença da Pick Up Chevrolet na fábrica de Ferreyra, província de Córdoba. Este acordo venceu em 1991.
Em 1993, e após 15 anos de ausência na Argentina, a General Motors decide seu regresso que é realizado em duas etapas. Na primeira é assinado um convênio com a CIADEA (ex Renault) para a produção da Pick Up em suas versões C-20 e D-20. O plano contemplava uma produção de 25.000 unidades para 1995 das quais 19.000 se destinariam à exportação, especialmente ao Brasil e demais países do Mercosul.
A segunda fase do projeto é concretizada na segunda metade da década de 90 com a construção perto da cidade de Rosario, Santa Fé, de uma fábrica para a produção da linha Corsa e da linha de veículos 4 x 4 Chevrolet Grand Vitara.
Em 10 de Julio de 2006, um Corsa Classic 3 portas convirtio-se em la unidad 350.000 produzida por GM em sua nova etapa produtiva na Argentina. A unidad 500.000 llegou em outobre de 2007, esta vez fum Corsa Classic 4 portas e la 650.000, em 30 de março de 2009, um Corsa Wagon Classic.
Producción de General Motors en Argentina
Pick Up
 Chevrolet 1960 Camion Bedford Colectivo Bedford
1960 Pick Up 1960 Bedford JCLC1 1961 Bedford JCLZ1
Chevrolet 400 Camion Chevrolet 6803 Camion Chevrolet CD 600
1962 Chevrolet 400
1966 D6803/6503
1967 CD 600
Chevy 
Sedan Opel
 K 180 Pick Up Chevrolet C20/D20
1969 Chevy
1974 Opel K 180
1994 C-20 / D-20
Chevrolet
 Corsa Suzuki Grand Vitara Chevrolet Agile
1997 Corsa
2000 Suzuki Vitara
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